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Planos de ensino

Estão disponíveis para download os seguintes arquivos:
- Plano de ensino da disciplina Avaliação da Aprendizagem;
- Plano de ensino da disciplina Fundamentos e Métodos da Educação Inclusiva I;
- Plano de ensino da disciplina Educação e Espaços não Escolares;
- Plano de ensino da disciplina Fundamentos e Métodos da Educação Infantil.


Ler como objetivo e 5 dicas para que isso não seja uma obrigação

Ler mais é uma das grandes preocupações das pessoas no ano que chega. Além do quesito saúde, as listas de cada um tem algo em comum em boa parte das vezes. Leitura.
Todos nós sabemos que ler deve ser um ato de prazer e ele é. Sempre que aceitamos a idéia da leitura como algo obrigatório, imediatamente lembramos daqueles professores que nos atiçaram a ler um divertidíssimo Machado de Assis na hora errada. Isto é, quando não acharíamos divertidíssimo, embora ele o seja e muito.
Ora, se ler é algo prazeroso, não precisa e não deve estar associado com obrigação. Eu já me peguei pensando desse jeito várias vezes. Nada de errado, mas encarar as coisas assim pode tornar você um tanto neurótico a ponto de fazer uma lista com os livros lidos, como se eles fossem as presas abatidas em um safari.
Ler e prazer estão associados. Então, se não lemos o suficiente ou tanto quanto gostaríamos, a resposta é simples. Por algum motivo, não atendemos aos chamados de nossos prazeres – não só o dos livros, mas como um todo -, chamados que, de outra forma, seriam naturalmente atendidos.
Solução? Eliminar tais motivos tanto quanto possível.
Para tanto, fiz uma pequena lista de dicas que podem vir a ajudar.

Separe um tempo durante o dia para ler

Ler leva tempo e isso não deve mudar tão cedo. Cada vez mais as pessoas buscam prazeres rápidos e ficar de cinco a oito horas com um livro na mão se torna inconcebível. Mas acredite, os prazeres demorados são aqueles que mais valem a pena.
Guarde um tempo fixo do dia para essa atividade, se organize, faça uma agenda. Não precisa ser de cinco a oito horas. Quem sabe dois tempos de quinze minutos por dia? Já está bom. Depois de um ano, eles farão toda a diferença. Lembre-se: vale a pena, afinal é o seu prazer.
Outro problema é que as pessoas não associam prazer à disciplina e reservar uns minutos para a leitura exige disciplina. Nunca esqueça de levar sua diversão mais a sério do que a qualquer outra coisa.

Leia apenas o que lhe der prazer

Um dos maiores escritores que conheço – por livro, naturalmente – é Jorge Luis Borges. Qual a sua maior ambição? Ser um bom leitor. E não é pouca ambição. Seu conselho? Leia o que lhe faz feliz. Se você começar a ler alguma coisa e aquilo não lhe arrebatar, sequer o atrair levemente, deixe de lado. Talvez não seja a hora de ler, talvez nunca seja. Não faz mal. Existe uma infinidade de livros bons que vão lhe fazer feliz. Se quiser ler um pouco mais sobre isso, sugiro este artigo.

Prepare o terreno

Nem sempre podemos escolher ou preparar o local em que vamos ler, mas, se pudermos, ajuda muito. Quem sabe uma poltrona aconchegante, ou uma escrivaninha levemente inclinada para facilitar ou até mesmo a cama, embora muitos não a recomendem pois você pode associar a leitura ao sono ou a cama ao manter-se acordado e nenhuma das duas opções é boa. Prepare uma bebida. Pode ser um café, um chá, um suco. Algo gostoso. Verifique se a temperatura está de acordo. Se preciso, abra ou feche uma janela. Arranje uma manta quentinha ou ponha uma pantufa ridícula, mas de que você gosta. Busque silêncio.
A idéia é preparar o ambiente, como em um ritual, de maneira a você ficar predisposto, antes mesmo de começar, aos momentos de prazer que viverá. Não recomendo música, pois olhos e ouvidos iriam brigar por atenção.
Mas o ambiente também pode ser uma situação. Um dos meus maiores prazeres é ler em uma panificadora muito movimentada aqui perto de casa enquanto tomo um pingado em um copo americano grande e como um pão com manteiga. Adoro fazer isso. Talvez você eleja uma árvore ou queira ficar com os pés em um riacho enquanto lê. Vale tudo. É um pouco de auto-conhecimento. Só você pode dizer o que é melhor para você em qualquer aspecto da vida. Neste também.
Outra coisa importante: preparar o ambiente para devotar sua atenção a essa atividade é uma questão de respeito. Alguém, um contemporâneo seu ou uma pessoa de muito tempo atrás, achou importante investir o seu precioso e curto tempo na Terra para escrever as palavras que estão no livro e assim transmiti-las a um leitor. E esse leitor é você. Ei! Não olhe para o lado… estou falando com você. É uma honra ler seja lá o que for. Talvez alguém tenha morrido para essas palavras chegarem até você. Talvez muitas pessoas. Portanto, as linhas não podem passar sob dois olhos entediados.

Leia junto com alguém

Se ler é algo prazeroso, nada melhor que um prazer solitário deixar de ser solitário e passar a ser compartilhado com alguém. Quem já deu uma trepadinha que seja na vida sabe do que estou falando. Eu e Júlia, no momento, lemos um para o outro, alternadamente, o livro História Sem Fim, de Michael Ende. É ótimo poder acompanhar aos poucos o desenrolar da história na voz de quem se ama. E essa pessoa pode ser não só sua namorada ou sua mulher. Pode ser seu irmão, irmã, amigo ou amiga. Compartilhar um livro é compartilhar vida. E compartilhar vida, bem… conheço poucas definições tão boas para amor. Se isso não fizer a leitura deixar de ser uma obrigação, não sei o que fará.
Se alguém se perguntou – e tenho certeza de que alguém fez isso – respondo: sim, eu e Júlia também fazemos outras coisas. Não entrarei em detalhes.

Leia menos

Esta dica parece contrariar seu próprio objetivo, mas ela é genial. Consiste da seguinte sabedoria: nunca faça nada prazeroso em tal quantidade que essa atividade fique cansativa, desgastante ou mesmo dolorida. Se isso acontecer com freqüência, com o tempo essa atividade, ainda que ela seja a mais prazerosa, será associada a desgaste e cansaço. Sempre.
- Ah, isso não acontece com o sexo…
É? Pense nas prostitutas.
Então, saia da mesa com um pouquinho de fome, pare de ler no melhor momento daquele capítulo. Guarde pra depois.
Com o tempo, os limites vão se alargando e mesmo “lendo menos” você vai notar que passou a ler muito mais do que quando começou a adotar estas táticas.
E, mais importante, mantendo o prazer e valorizando cada vez mais o que você lê.


Fonte: Livros e afins

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PDA - Somos Seres Pensantes

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CTP - Porta-Fólio e a formação do professor reflexivo
CTP - Projeto político-pedagógico: exercício de democracia e participação na escola

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CTP - CTP - Contação de histórias e desenvolvimento da criança

Taxonomia de Bloom

Material de estudo enviado pelo professor Marcelo Xavier


Taxonomia de Bloom

Taxonomia de Bloom refere-se ao trabalho intitulado "Taxonomia e Objetivos no Domínio Cognitivo" que foi o primeiro a ser publicado (1956). Foi resultado do trabalho de uma comissão multidisplinar de especialistas de várias universidades dos EUA, liderada por Benjamin S. Bloom, na década de 1950. Bloom era partidário da pedagogia tecnicista e considerava fundamental definir de forma clara, precisa e verificável o objetivo a ser atingido ao final de uma ação educacional.  Bloom classifica os objetivos no domínio cognitivo em 6 níveis que, usualmente, são apresentados numa seqüência que vai do mais simples (conhecimento) ao mais complexo (avaliação); cada nível utiliza as capacidades adquiridas nos níveis anteriores. As capacidades e conhecimentos adquiridos através de um processo de aprendizagem são descritas por verbos.
Os níveis do domínio cognitivo desenvolvem-se:
  1. Conhecimento: processos que requerem que o estudante reproduza com exatidão uma informação que lhe tenha sido dada, seja ela uma data, um relato, um procedimento, uma fórmula ou uma teoria. 
  2. Compreensão: requer elaboração (modificação) de um dado ou informação original. O estudante deverá ser capaz de usar uma informação original e ampliá-la, reduzí-la, representá-la de outra forma ou prever consequências resultantes da informação original.
  3. Aplicação: reune processos nos quais o estudante transporta uma informação genérica para uma situação nova e específica.
  4. Análise: caracterizam-se por separar uma informação em elementos componentes e estabelecer relações entre eles.
  5. Síntese: representa os processos nos quais o estudante reune elementos de informação para compor algo novo que terá, necessariamente, traços individuais distintivos.
  6. Avaliação: representa os processos cognitivos mais complexos. Consiste em confrontar um dado, uma informação, uma teoria, um produto etc... com um critério ou conjunto de critérios, que podem ser internos ao próprio objeto de avaliação, ou externos a ele.

Podem ser visualmente compreendido através da tabela abaixo, onde a primeira coluna mostra os objetivos de aprendizagem relacionados por Bloom. A segunda coluna indica os processos para atingí-los e a terceira os resultantes da aprendizagem.
objetivos
processos
resultantes
conhecimento
  • especificar 
  • modos e meios para lidar com itens específicos 
  • fatos universais e abstraçoes num dado campo 
definir
reconhecer
recitar
identificar
rotular
compreender
examinar
mostrar
coletar
listar 
rótulos
nomes
fatos
definições
conceitos 
compreensão
  • tradução 
  • interpretação 
  • extrapolação 
traduzir
interpretar
explicar
descrever
Resumir
demonstrar 
argumento
explicação
descrição
resumo 
aplicação
  • uso de abstrações em situações específicas e concretas 
aplicar
solucionar
experimentar
demonstrar
construir
mostrar
fazer
ilustrar
registrar 
diagrama
ilustração
coleção
mapa
jogo ou quebra-cabeças
modelo
relato
fotografia
lição 
análise
  • elementos 
  • relacionamentos 
  • princípios organizacionais 
conectar
relacionar
diferenciar
classificar
arranjar, estruturar
agrupar
interpretar
organizar
categorizar
retirar
comparar
dissecar
investigar
gráfico
questionário
categoria
levantamento
tabela
delineamento
diagrama
conclusão
lista
plano
resumo 
síntese
  • comunicação inédita 
  • plano de operação 
  • conjunto de relacionamento abstratos 
projetar
reprojetar
combinar
consolidar
agregar
compor
formular hipótese
construir
traduzir
imaginar
inventar
criar
inferir
produzir
predizer 
poema
projeto
resumo de projeto
fórmula
invenção
história
solução
máquina
filme
programa
produto
 

avaliação
  • julgamento em termos de evidência interna 
  • julgamento em termos de evidência externa 
interpretar
verificar
julgar
criticar
decidir
discutir
verificar
disputar
escolher 
opinião
julgamento
recomendação
veredito
conclusão
avaliação
investigação
editorial 
 
Taxonomia de Bloom
Área Cognitiva
níveis
objetivos
capacidades a adquirir
- conhecimento



lembrar informações sobre: fatos, datas, palavras, teorias, métodos, classificações, lugares, regras, critérios, procedimentos etc.
definir, descrever, distinguir, identificar, rotular, listar, memorizar, ordenar, reconhecer, reproduzir etc.
- compreensão





entender a informação ou o fato, captar seu significado, utilizá-la em contextos diferentes.
classificar, converter, descrever, discutir, explicar, generalizar, identificar, inferir, interpretar, prever, reconhecer, redefinir, selecionar, situar, traduzir etc.
- aplicação

aplicar o conhecimento em situações concretas
aplicar, construir, demonstrar, empregar, esboçar, escolher, escrever, ilustrar, interpretar, operar, praticar, preparar, programar, resolver, usar etc.
- análise

identificar as partes e suas inter-relações
analisar, calcular, comparar,
discriminar, distinguir, examinar, experimentar, testar, esquematizar, questionar etc.
- síntese
combinar partes não organizadas para formar um todo
compor, construir, criar, desenvolver, estruturar, formular, modificar, montar, organizar, planejar projetar etc.
- avaliação
julgar o valor do conhecimento
avaliar, criticar, comparar, defender, detectar, escolher, estimar, explicar, julgar, selecionar etc.


Material de MET para download

Está disponível  para download  o slide da disciplina: Metodologia Científica.
MET - Material de estudo de Metodologia Científica - Slide




Material de MET para download

Está disponível  para download  o seguinte texto da disciplina: Metodologia Científica.
A pesquisa na formação do professor

Material de CRI para download

Estão disponíveis para download os seguintes textos da disciplina de Criatividade:
CRI - Criatividade em sala de aula
CRI - Cultivando características e atributos da personalidade criativa

Material de CTP para download

Estão disponíveis para download os seguintes textos da disciplina: Construção do Trabalho Pedagógico:
CTP - Verbos usados para a formulação de objetivos
CTP - Prática construtivista
CTP - Planejamento e plano

Material de FHE e FFE para download

Estão disponíveis para download os seguintes textos das disciplinas Fundamentos Filosóficos da Educação e Fundamentos Históricos da Educação:
FHE - Importância da história na educação

FFE - Filosofia da ciência

Material de FFE para download

Está disponível  para download  o seguinte texto da disciplina Fundamentos Filosóficos da Educação:
FFE - Homem: o ser que pergunta 

Material de FHE e FFE para download

Estão disponíveis para download os seguintes textos das disciplinas Fundamentos Filosóficos da Educação e Fundamentos Históricos da Educação:
FFE - Filosofia - do senso comum ao senso crítico
FHE - A Educação antes da escola

Material de PPP I para download

Estão disponíveis para download os seguintes textos da disciplina Prática e Pesquisa Pedagógica:
PPP I - Conhecimento e ciência

Material de MET para download

Está disponível  para download  o seguinte texto da disciplina Metodologia Científica:
MET - A ciência por dentro

Material de CTP e CRI para download

Estão disponíveis para download os seguintes textos das disciplinas Construção do Trabalho Pedagógico e Criatividade:


Textos de CTP

Já estão disponíveis para download, os textos da disciplina Construção do Trabalho Pedagógico, ministrada pela Profª Maria Inês.
Links no menu à direita.


Sobre este blog

Este espaço é destinado aos alunos do curso de Pedagogia do Unieuro (unidade Asa Norte), ingressantes no 1º semestre de 2010.

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